
- Meu Deus, tu que és tão forte, que governa a morte, que mata o homem, que bate no cão, que persegue o gato, que come o rato, que rói o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprende o meu pezinho...
E Deus, estão, que houve todas as preces sorriu. Estendeu a mão por cima das montanhas e ordenou que viesse a primavera!
(adaptado por João de Barro, Braguinha)
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